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Tornozeleiras e app de emergência reforçam proteção às mulheres em SP


Por Redação

22/01/2026  às  11:12:55 | | views 4194


@Agência SP

Estado registra menor taxa de feminicídios do Sudeste e expande rede de tecnologia e acolhimento


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O Governo do Estado de São Paulo vem estruturando uma rede integrada de proteção às mulheres, combinando tecnologia, policiamento especializado e políticas de acolhimento, o que contribuiu para que o estado registrasse a menor taxa de feminicídios do Sudeste e a segunda menor do país em 2025.

 

Entre as ferramentas de segurança eletrônica, o uso de tornozeleiras eletrônicas para monitorar agressores se destaca. Mais de 1.100 indivíduos estão sendo acompanhados pelo dispositivo, e 112 foram presos por descumprimento de medidas protetivas. O aplicativo SP Mulher Segura também se consolida como ferramenta estratégica, com 42,7 mil usuárias ativas, 1,6 mil boletins de ocorrência registrados e 6,9 mil acionamentos do botão de pânico, que alerta imediatamente a polícia em casos de risco.

 

A rede física de atendimento também cresceu: atualmente, São Paulo conta com 142 Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs) e 170 salas DDM 24 horas, além de iniciativas como a Cabine Lilás e o auxílio-aluguel para cerca de 4 mil mulheres em situação de vulnerabilidade.

 

“Temos a segunda menor taxa de feminicídios do Brasil, mas não há o que comemorar enquanto uma única mulher ainda estiver em risco. O enfrentamento à violência doméstica é prioridade do Governo de São Paulo e tratado diariamente com ações concretas”, afirma a secretária estadual de Políticas para a Mulher, Adriana Liporoni.

 

Além da proteção imediata, o estado investe na autonomia econômica das mulheres, com mais de R$ 515 milhões em financiamentos para negócios liderados por mulheres desde 2023, beneficiando mais de 20 mil empreendimentos. Na área de saúde, foram realizados 9,4 milhões de exames preventivos, 994 mil consultas ginecológicas e 825 mil partos, além do atendimento de mais de 52 mil consultas no AME Mulher, centro de referência inaugurado em 2023.

 

Desde 2023, o Protocolo Não se Cale também capacitou 135 mil profissionais de bares, restaurantes e eventos para identificar e apoiar mulheres em situação de violência, com meta de atingir 350 mil capacitados até 2026.

 

Segundo dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), em 2025 a taxa de feminicídios em São Paulo foi de 0,51 por 100 mil habitantes, ficando apenas atrás do Amazonas e empatada com o Ceará.

 

O movimento SP Por Todas reúne todas essas iniciativas, promovendo visibilidade e integração entre políticas públicas, tecnologia e proteção à mulher. Mais informações estão disponíveis no site oficial: SP Por Todas.



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