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Allianz destaca ações sustentáveis para auto e agro na COP 30


Por Redação

22/11/2025  às  10:01:42 | | views 5002


Marlon Teixeira, diretor de Sinistros Auto e Rafael Marani, diretor de Agronegócios da Allianz

Seguradora apresenta iniciativas para ampliar a circularidade no setor automotivo e fortalecer a proteção do agronegócio frente a eventos climáticos extremos


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A Allianz reforçou sua estratégia de sustentabilidade para os segmentos automotivo e agrícola durante sua participação na Casa do Seguro, espaço da CNseg na COP 30, em Belém. A companhia integrou dois painéis que discutiram economia circular na indústria automotiva e o papel do seguro rural diante da intensificação de eventos climáticos extremos.

 

No dia 13 de novembro, Marlon Teixeira, diretor de Sinistros Auto da Allianz, participou do painel “Do Sinistro à Sustentabilidade: salvados e economia circular no setor automotivo”, organizado em parceria com a Anfavea. O executivo destacou que o setor vive uma mudança de paradigma ao transformar salvados — historicamente tratados como resíduo — em insumos reaproveitáveis na cadeia produtiva.

 

“Hoje, olhamos para o salvado não só como mitigador de perdas, mas como vetor de sustentabilidade e retorno econômico”, disse.

 

Segundo a seguradora, entre janeiro e setembro de 2025 mais de 960 toneladas prensadas tiveram destinação ambientalmente correta. A expectativa é superar as 1,4 mil toneladas recicladas em 2024, com os recursos revertidos para a ABA, associação dos funcionários da Allianz que apoia crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade na zona Leste de São Paulo.

 

Marlon também ressaltou que a digitalização completa da jornada do sinistro — da abertura ao destino final — é fundamental para garantir rastreabilidade e padronização. “A digitalização é o motor da circularidade”, afirmou, apontando que a escalabilidade ainda é o principal desafio para todo o setor.

 

Seguro rural e clima extremo

No dia 20, a discussão migrou para o campo. Rafael Marani, diretor de Agronegócios da Allianz, participou do painel “Seguros como instrumento de proteção da produção agrícola no contexto da transição climática”, realizado em parceria com a ABAG e a FGV Agro.

 

Marani destacou que a alta frequência de eventos extremos, como os impactos recentes do fenômeno La Niña, exige modelos mais precisos de aceitação e precificação de risco. O executivo explicou que a Allianz incorporou ferramentas tecnológicas para monitoramento climático e agrícola, incluindo sensoriamento remoto, análise de vegetação, umidade do solo e evolução das lavouras.

 

Esses dados, segundo ele, sustentam decisões mais robustas tanto na contratação quanto na gestão da carteira. O dirigente também apontou o papel do resseguro na estabilização dos custos em anos de grande severidade climática, além da importância da diversificação geográfica, inovação de produtos e mecanismos de mitigação de risco.

 

Ampliação do acesso ao seguro rural

O painel também tratou dos desafios nacionais para ampliar a cobertura do seguro rural. Para Marani, é essencial que o mercado ofereça soluções ajustadas às realidades regionais. “Desenvolvemos produtos com coberturas adaptadas aos riscos de cada região, com contratação mais simples, processos digitais e regulação mais rápida”, disse.

 

O executivo destacou ainda a necessidade de garantir previsibilidade ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), apontado como instrumento decisivo para ampliar o acesso dos produtores à proteção. “A parceria público-privada é essencial para fortalecer a segurança alimentar e a resiliência climática do Brasil”, afirmou.

 

A Allianz reforçou sua estratégia de sustentabilidade para os segmentos automotivo e agrícola durante sua participação na Casa do Seguro, espaço da CNseg na COP 30, em Belém. A companhia integrou dois painéis que discutiram economia circular na indústria automotiva e o papel do seguro rural diante da intensificação de eventos climáticos extremos.

 

No dia 13 de novembro, Marlon Teixeira, diretor de Sinistros Auto da Allianz, participou do painel “Do Sinistro à Sustentabilidade: salvados e economia circular no setor automotivo”, organizado em parceria com a Anfavea. O executivo destacou que o setor vive uma mudança de paradigma ao transformar salvados — historicamente tratados como resíduo — em insumos reaproveitáveis na cadeia produtiva.

 

“Hoje, olhamos para o salvado não só como mitigador de perdas, mas como vetor de sustentabilidade e retorno econômico”, disse.

 

Segundo a seguradora, entre janeiro e setembro de 2025 mais de 960 toneladas prensadas tiveram destinação ambientalmente correta. A expectativa é superar as 1,4 mil toneladas recicladas em 2024, com os recursos revertidos para a ABA, associação dos funcionários da Allianz que apoia crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade na zona Leste de São Paulo.

 

Marlon também ressaltou que a digitalização completa da jornada do sinistro — da abertura ao destino final — é fundamental para garantir rastreabilidade e padronização. “A digitalização é o motor da circularidade”, afirmou, apontando que a escalabilidade ainda é o principal desafio para todo o setor.

 

Seguro rural e clima extremo

No dia 20, a discussão migrou para o campo. Rafael Marani, diretor de Agronegócios da Allianz, participou do painel “Seguros como instrumento de proteção da produção agrícola no contexto da transição climática”, realizado em parceria com a ABAG e a FGV Agro.

 

Marani destacou que a alta frequência de eventos extremos, como os impactos recentes do fenômeno La Niña, exige modelos mais precisos de aceitação e precificação de risco. O executivo explicou que a Allianz incorporou ferramentas tecnológicas para monitoramento climático e agrícola, incluindo sensoriamento remoto, análise de vegetação, umidade do solo e evolução das lavouras.

 

Esses dados, segundo ele, sustentam decisões mais robustas tanto na contratação quanto na gestão da carteira. O dirigente também apontou o papel do resseguro na estabilização dos custos em anos de grande severidade climática, além da importância da diversificação geográfica, inovação de produtos e mecanismos de mitigação de risco.

 

Ampliação do acesso ao seguro rural

O painel também tratou dos desafios nacionais para ampliar a cobertura do seguro rural. Para Marani, é essencial que o mercado ofereça soluções ajustadas às realidades regionais. “Desenvolvemos produtos com coberturas adaptadas aos riscos de cada região, com contratação mais simples, processos digitais e regulação mais rápida”, disse.

 

O executivo destacou ainda a necessidade de garantir previsibilidade ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), apontado como instrumento decisivo para ampliar o acesso dos produtores à proteção. “A parceria público-privada é essencial para fortalecer a segurança alimentar e a resiliência climática do Brasil”, afirmou.



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