Guia destaca oportunidades de negócios no Brasil


Por Redação

13/12/2021  às  13:05:09 | | views 6659



Guia apresenta o mapeamento do mercado local e o retrato do cenário econômico em cada região brasileira


Com o objetivo de ajudar investidores estrangeiros a conhecerem, com mais detalhes, o mercado brasileiro, a KPMG e a Câmara Brasil Israel de Comércio e Indústria anunciam o lançamento do "Guia para fazer negócios no Brasil: mapeando oportunidades". O conteúdo apresenta uma análise atual e abrangente sobre as oportunidades no país para que investidores do exterior conheçam melhor o mercado brasileiro e realizem negócios. A análise detalha informações sobre o perfil do mercado nacional por região e em diferentes setores da economia.

 

"Uma das doze maiores economias do mundo, a maior da América Latina e a 11ª no ranking mundial de atração de investimentos estrangeiros, o Brasil é um dos países mais atraentes para o capital externo. Essa perspectiva ocorre devido a fatores como um mercado interno com mais de 211 milhões de habitantes, abundância de recursos naturais e fácil acesso a outros mercados latino-americanos, tanto por via terrestre quanto por meio de acordos tarifários", afirma Felipe Catharino, sócio-diretor líder do Desk Israel da KPMG no Brasil.

 

Com o mapeamento do mercado local, e o retrato do cenário econômico em cada região brasileira e em diversos setores, os investidores podem conhecer melhor o Brasil e melhorar a tomada de decisão. A publicação apresenta uma visão geral de desafios, oportunidades e tendências de diferentes setores, como automotivo, manufatura industrial, agronegócio, tecnologia, mídia, telecomunicações, consumo, varejo, bebidas, infraestrutura, energia, recursos naturais, serviços financeiros, saúde, ciências da vida, educação e mercado empreendedor.

 

No entanto, para explorar as oportunidades de negócios disponíveis, ainda há alguns obstáculos que precisarão ser vencidos pelos empreendedores estrangeiros. Alguns deles são os impactos sociais e econômicos da pandemia, o ritmo lento da digitalização da população e a adoção heterogênea, em diferentes estágios, de critérios de ESG (Environmental, Social and Governance) pelas empresas.

 

O conteúdo está disponível na íntegra no link.



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