Senado aponta avanços no combate ao garimpo ilegal em território Yanomami, mas cobra continuidade das ações


Por Redação

14/07/2026  às  10:32:01 | | views 54


@Lucia Barreiros Silva

Audiência pública avaliou medidas de segurança e assistência à saúde na Terra Indígena Yanomami e destacou desafios para manter o enfrentamento aos crimes ambientais


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O combate ao garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami voltou ao centro do debate no Senado Federal nesta segunda-feira (13). Em audiência pública, a Subcomissão Permanente dos Povos Indígenas Yanomami avaliou os resultados das ações do governo federal na região, com foco nas operações de segurança e nas medidas adotadas para enfrentar a crise humanitária vivida pelas comunidades indígenas.

 

Durante a reunião, parlamentares e representantes de órgãos públicos discutiram a efetividade das operações realizadas no território, considerado uma das principais frentes de combate ao garimpo ilegal no país. Também foram analisados os impactos das ações voltadas à assistência à saúde das populações indígenas.

 

Segundo a subcomissão, houve avanços tanto na ampliação do atendimento às comunidades quanto nas medidas de repressão à exploração ilegal de minérios. As discussões também apontaram que a continuidade das operações é considerada essencial para impedir o retorno de garimpeiros e reduzir os impactos da atividade criminosa sobre a população indígena e o meio ambiente.

 

Além da retirada de invasores, as ações de segurança envolvem o combate à logística que abastece os garimpos ilegais, incluindo operações de fiscalização e desarticulação de rotas utilizadas para transporte de equipamentos, combustíveis e suprimentos.

 

Apesar dos resultados apresentados, os participantes da audiência destacaram que o cenário ainda exige monitoramento permanente e atuação integrada entre as forças de segurança e os órgãos ambientais para consolidar a proteção do território.

 

A Subcomissão Permanente dos Povos Indígenas Yanomami acompanha as medidas adotadas pelo poder público desde a decretação da emergência sanitária na região e deve realizar novas avaliações sobre a execução das políticas de proteção ao território e às comunidades indígenas.



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