E-commerce deve movimentar R$ 26,82 bilhões no Natal
Por Redação
11/12/2025 às 08:37:58 | | views 4106
Picos de acesso e expansão de consumidores elevam a pressão sobre operações on-line no fim do ano
O comércio eletrônico brasileiro deve movimentar R$ 26,82 bilhões no Natal de 2025, segundo projeção da Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce (ABIACOM). A estimativa acompanha o avanço do número de compradores digitais: levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil prevê 94,2 milhões de consumidores realizando ao menos uma compra pela internet no período.
O aumento da demanda coloca o setor diante de um dos momentos mais críticos do ano, com pressão sobre infraestrutura, atendimento e logística. Para especialistas, o último trimestre funciona como um teste de capacidade tecnológica para o varejo online. Picos de acesso, atualizações urgentes de catálogo e maior volume de pedidos evidenciam vulnerabilidades das plataformas digitais.
Segundo André Campos, CEO da empresa de infraestrutura digital Vendizap, períodos como o Natal exigem atenção redobrada das operações. Ele observa que minutos de instabilidade podem comprometer faturamento e confiança do consumidor, especialmente em datas de maior tráfego. Campos afirma que empreendedores têm buscado sistemas mais simples e configuráveis, que permitam ajustes rápidos sem dependência técnica.
A procura por autonomia ocorre em um cenário de expansão contínua do e-commerce. Projeções da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) apontam que o setor deve alcançar R$ 224,7 bilhões em faturamento em 2025, impulsionado pela digitalização do consumo e pelo aumento das transações online. Especialistas avaliam que o crescimento reforça a necessidade de operações escaláveis, com maior controle sobre pedidos e integração eficiente com canais como o WhatsApp.
No ambiente atual, marcado por maior complexidade operacional, varejistas buscam soluções que ofereçam estabilidade e agilidade durante picos sazonais. Plataformas com implementação rápida e adaptáveis a diferentes segmentos têm sido priorizadas por empresas que já atuam no digital e precisam ganhar escala, sobretudo em períodos de alta demanda como o Natal.
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