Colunista

Anderson Hoelbriegel

Quais são os passos para a disruptura dos modelos de segurança corporativa?


26/07/2021 | 00:00:00 | Visto por: 3423 leitores

     A segurança corporativa precisa andar de mãos dadas com a disrupção, que promove a inovação no modo como a atividade se relaciona com a tecnologia, o produto ou o serviço. Isso porque, atualmente, nas complexas organizações empresariais, é possível perceber que a área de segurança corporativa é muito mais do que um setor responsável por ativos e pessoas. Os conceitos mudaram.

 

     A demanda mudou e está muito mais complexa e desafiadora. E é justamente por isso que o termo disruptura se aplica perfeitamente, pois como área prestadora e viabilizadora de estratégias e negócios, ela deve se adequar às necessidades e anseios das organizações.

 

     Com a premissa de garantir a integridade e a proteção de pessoas e de ativos de modo sempre preventivo e, caso haja alguma eventual ocorrência, que os impactos sejam os mínimos possíveis, garantindo a continuidade e a sobrevivência dos negócios da organização, se faz necessária a utilização de recursos tecnológicos, revisões de procedimentos e treinamentos constantes.

 

     Indo além, a área de segurança agora foca no conceito exponencial, um modelo de gestão que integra pessoas, procedimentos de rotina e de emergência, tecnologia e auditoria das conformidades dos serviços de forma contínua, gerando aprendizados e novos procedimentos, além de mitigar riscos futuros.

 

     Elevar a forma como se gerencia permite o aumento de foco e da qualidade dos serviços, o que requer ajustar as não conformidades dos procedimentos de forma mais dinâmica, sem contar o avanço na precisão do acompanhamento de ameaças internas e externas, como saques, invasões, vandalismos, sabotagens, roubos de cargas, tentativas de arrombamento, perda de produtos, entre outras vulnerabilidades.

 

     Unir riscos, inteligência, tecnologia, engenharia e segurança permitirá uma visão sistêmica e integrada, além de potencializar os equipamentos tecnológicos já existentes, o que torna a gestão mais efetiva e com baixo custo. Para alcançar este modelo, que já é disponível e está em uso nas empresas, o caminho é reavaliar os riscos a que se pretende focar, avaliar os contratos existentes para que haja conhecimento daquilo que está disponível hoje e, por fim, promover uma eficiência integrada. Esses procedimentos alavancarão melhores resultados.



Comentários desta notícia 0



Comentários - ver todos os comentários


Seja o primeiro a comentar!

© Copyright 2002-2019 SEGNEWS - Todos os direitos reservados - É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Rede SegComunicação. SEGNEWS e SEGWEB são marcas da BBVV Editora Ltda, devidamente registradas pelas normas do INPI — Instituto Nacional da Propriedade Industrial.